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Vasos de pressão · NR-13

Quantos vasos de pressão
você tem de verdade?

Vasos que dormem no pátio e rodam no campo quase nunca entram nessa conta. Descubra o número aqui, com a frota e a automotiva juntas, e mande direto para quem executa o que ele exige.

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Contagem

Quantos vasos de pressão existem no seu parque

Toque na miniatura para ver, no raio-x, onde ficam os vasos de cada equipamento.

Caminhão comboio de abastecimentotanque de óleo e reservatório de ar
Unidades
Vasos por unid.
Subtotal
0
Caminhão oficina móvelreservatório de ar do compressor
Unidades
Vasos por unid.
Subtotal
0
Caminhão borracheiroreservatório de ar do compressor
Unidades
Vasos por unid.
Subtotal
0
Vasos de instalação fixacontagem direta
Vasos
Subtotal
0
0vasos de pressão a controlar
0
documentos a manter atualizados
0
instrumentos a ensaiar e aferir
0
identificações a auditar em campo

0 obrigações a tratar, no total. E isso ainda não conta prazo, plano de ação nem o que a inspeção encontrar.

Os equipamentos da frota já estão na sua lista de NR-13?

Vai abrir o WhatsApp com o pedido já escrito. Um engenheiro monta o diagnóstico do seu parque e responde em até 1 dia útil.

Ver a mensagem que vai sair
O motivo de ser uma só

Um fornecedor no lugar de quatro

Parque disperso costuma ser resolvido em pedaços, e é aí que ele volta a se perder.

Dividido entre fornecedores

  • Um faz inspeção, outro calibra, outro emite documento, outro faz ensaio.
  • Quatro cronogramas, quatro contatos, quatro faturas para conciliar.
  • A pendência cai entre um escopo e outro e ninguém assume.
  • Quem integra tudo é você, no meio da operação do dia.

Com a Engetex

  • Um contrato, um responsável técnico, um cronograma para o parque todo.
  • Instalação fixa e frota de apoio no mesmo controle, sem divisão de escopo.
  • O que aparecer de pendência entra no mesmo plano, com prazo e responsável.
  • Você recebe resultado e acompanhamento, não mais uma tarefa na fila.
Engetex
14
anos de campo
+160
serviços em catálogo
+300
empresas atendidas
+50 mil
ativos inspecionados
Como funciona

Três passos, e nenhum deles para a operação

Você manda o número

A mensagem já sai preenchida com a sua estimativa. Se você ainda não sabe quantos são, ela sai dizendo isso, e serve igual.

A gente percorre o parque

Instalação fixa durante o expediente e os veículos parados no pátio, no fim do turno. Não é preciso reunir ninguém.

Você recebe o parque sob controle

Inventário completo, prontuário de cada equipamento, calibração e calendário rodando, inclusive com o que ficou pendente declarado por escrito.

Da sua mensagem ao parque sob controle, sem parar a operação.
Engetex em campo
Solução completa

Uma empresa resolve o parque inteiro

Quer se aprofundar antes de falar com a gente?

Veja a operação inteira por dentro

Do levantamento em campo ao calendário rodando, passando por enquadramento, prontuário, registro de segurança e calibração dos dispositivos. A página da área agrícola mostra tudo isso por dentro: galeria da frota, planta baixa com os prazos de cada equipamento, o que entra em cada inspeção e os casos em usinas.

Ver a operação completa Abre em uma nova aba
Próximo passo

Peça o diagnóstico e receba o controle das suas frentes de trabalho.

A gente assume o levantamento, a documentação, a calibração e o calendário, da área industrial à frota que roda no campo. Você passa a acompanhar, não a correr atrás.

Informativos

Material técnico relacionado

Os fundamentos técnicos por trás desta contagem, publicados pela engenharia da Engetex.

Ver todos os informativos de NR-13
Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar antes de fechar

Toque para abrir cada resposta.

O reservatório de ar do caminhão é mesmo um vaso de pressão?

Na maioria dos casos, sim. O que define um vaso de pressão não é onde ele está instalado, e sim o que ele contém e sob que pressão. Um reservatório de ar comprimido montado sobre a carroceria de um caminhão borracheiro atende ao mesmo enquadramento de um reservatório idêntico parafusado no chão da casa de compressores.

A confusão nasce do inventário, que costuma ser organizado por área da planta. Como o veículo não tem área fixa, ele não entra em lista nenhuma. O equipamento continua existindo, continua pressurizado e continua sujeito às mesmas obrigações.

Quem pode assinar a documentação dos equipamentos?

Somente profissional legalmente habilitado, ou seja, engenheiro com registro no conselho e atribuição compatível com o equipamento. É ele quem define classe de fluido, grupo de risco e categoria, e é a assinatura dele que sustenta o documento diante de uma fiscalização.

Na Engetex, toda entrega sai com responsável técnico nomeado e a anotação técnica correspondente. Você não fica sozinho na auditoria.

E se a placa de identificação estiver ilegível ou não existir?

É o achado mais comum na frota, e não é impeditivo. Quando a placa sumiu, foi pintada por cima ou nunca existiu, o caminho é a reconstituição dos dados de projeto, feita por ensaio e por cálculo, com a documentação refeita a partir do que o equipamento realmente é hoje.

Depois disso, o equipamento recebe identificação nova e indelével, que passa a viajar com ele. É o que faz o endereço deixar de importar.

Preciso parar a operação para a inspeção?

Na maior parte do escopo, não. A instalação fixa é percorrida durante o expediente normal e os veículos são vistos parados no pátio, no fim do turno ou na janela de manutenção que a sua operação já tem.

Quando algum exame exigir o equipamento fora de serviço, isso é combinado antes, com data escolhida por você, e entra no mesmo cronograma.

Com que frequência os equipamentos precisam ser inspecionados?

Depende da categoria de cada vaso, do fluido que ele contém e do histórico do equipamento. Não existe um prazo único que sirva para o parque inteiro, e é justamente por isso que o calendário precisa ser por equipamento, não por planta.

O enquadramento é a etapa que define esses prazos. Depois dele, as datas passam a rodar na plataforma, com aviso antecipado, em vez de dependerem de alguém lembrar.

A frota está sob outra área da empresa. Isso atrapalha?

É a regra, não a exceção. Manutenção industrial cuida da área, manutenção de frota cuida dos veículos, e o equipamento sob pressão que anda em cima do caminhão fica no vão entre as duas.

A gente trabalha com as duas áreas ao mesmo tempo e devolve uma lista só. Do seu lado, continua sendo um contrato, um cronograma e um interlocutor.

O que a Engetex entrega ao final?

A lista completa dos equipamentos, o enquadramento de cada um, prontuário e registro de segurança, os relatórios de inspeção, os certificados de calibração dos dispositivos de segurança e dos instrumentos, a identificação afixada no corpo do vaso e o calendário de prazos rodando na plataforma, com acesso seu.

O que ficar pendente é declarado por escrito, com prazo e responsável. Pendência identificada entra em plano; equipamento desconhecido não entra em lugar nenhum.

Vocês atendem fora de São Paulo?

Sim, no Brasil inteiro. A Engetex tem base em Pirapozinho e Presidente Prudente, no interior paulista, e em Maringá, no Paraná, e todo ano atende dezenas de frentes agrícolas espalhadas pelo país.

Para parques dispersos, com equipamentos em mais de um município ou em mais de um estado, o deslocamento entra no planejamento do cronograma desde o começo, e não como surpresa no meio do trabalho.

Quanto custa?

O preço depende de três coisas: quantos equipamentos existem, em que estado está a documentação atual e quanto deslocamento o parque exige. Por isso a contagem desta página é o primeiro passo, e não uma formalidade.

Com o número em mãos, um engenheiro consegue dimensionar o trabalho e responder com uma proposta em vez de uma faixa genérica de valores.

0vasos estimados
Diagnóstico